A duna do pôr do sol, a Pedra Furada, as lagoas paradisíacas, o kitesurf e os passeios de buggy — tudo o que vale a pena na vila sem carros mais mágica do Brasil.
Jericoacoara não é lugar de pressa. Depois de atravessar as dunas até a vila, a vida desacelera no ritmo das ruas de areia, das redes e dos longos pores do sol. Mas há muito o que fazer entre um cochilo e outro — subir a famosa duna do pôr do sol, boiar em lagoas de água doce ou percorrer um litoral selvagem de buggy. Veja as experiências para organizar seus dias.
O ritual de toda noite. Suba a duna gigante na beira da vila, escolha um lugar na areia e veja o sol mergulhar no Atlântico num silêncio que toma conta de todos — e então os aplausos. Pegue uma caipirinha num carrinho e chegue 30 minutos antes.
O cartão-postal de Jeri: um arco de pedra esculpido pelo mar, acessível a pé na maré baixa ou de buggy. Vá cedo pela luz e planeje a visita pela tábua de marés — o "furo" só dá para atravessar quando a água baixa.
A "lagoa paraíso" faz jus ao nome: quente, rasa, incrivelmente azul, com redes e bares flutuantes dentro d'água. Um fim de tarde de buggy aqui é a essência de Jeri. Melhor a partir do meio do ano, quando a lagoa está mais cheia.
Mais tranquila e muitas vezes mais azul que a Paraíso, a Lagoa Azul é a alternativa calma para um banho e um almoço sem pressa. Muitos passeios de buggy combinam as duas lagoas no mesmo dia — peça ao bugueiro para começar por aqui, antes da multidão.
Jeri é um point de vento de nível mundial. De cerca de julho a janeiro, alísios constantes e água quente e plana atraem praticantes de todos os níveis, com escolas para iniciantes na própria praia. O vento é mais forte de setembro a novembro — reserve aulas com antecedência na alta.
Uma aventura de um dia a oeste da vila: dunas altíssimas para descer de esquibunda, uma travessia de rio em balsa de madeira, os cavalos-marinhos de Mangue Seco e as lagoas de água doce de Tatajuba. Selvagem, divertido e a melhor forma de sentir a grandeza deste litoral.
Atravesse as pedras da vila até a Praia da Malhada para um cenário dramático e um banho mais calmo, ou pare nos bares de praia da rua principal. Simples, sem pressa e nunca longe da sua pousada.
Quando o sol se põe, as ruas de areia se enchem de vida: forró e música ao vivo, rodas de capoeira, barracas de tapioca e frutos do mar e bares a céu aberto. Sem carros, sem pressa — só a Rua Principal e a noite morna. Essa é a alma de Jeri.
Pelo que Jericoacoara é famosa?
Pela vila sem carros de ruas de areia, pela imponente duna do pôr do sol, pela Pedra Furada e por lagoas paradisíacas como a Lagoa do Paraíso e a Lagoa Azul. É também um dos melhores points de kitesurf e windsurf do mundo.
Quantos dias são necessários em Jericoacoara?
De três a quatro dias inteiros cobrem a vila, a duna, as duas lagoas, a Pedra Furada e um passeio a Tatajuba/Mangue Seco, com tempo para relaxar ou fazer kitesurf. Muitos viajantes ficam mais.
Precisa de buggy ou 4×4 para conhecer os pontos?
A vila é caminhável e sem carros. Para as lagoas, a Pedra Furada, Tatajuba e Mangue Seco você faz um passeio de buggy ou 4×4 com um bugueiro-guia local. A duna e a Praia da Malhada ficam a pé.
Existe taxa de entrada em Jericoacoara?
Sim. O Parque Nacional de Jericoacoara cobra R$ 41,50 por pessoa, paga à parte do transfer. Você pode pagar on-line com antecedência para pular a fila.
Antes das dunas e das lagoas, tem a viagem. Reserve um transfer porta a porta saindo de Fortaleza — van e 4×4 incluídos.
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